Abandonar o papel de controlador é um desafio | Mensagem diária 18/dez

Lembro de dias horríveis de provações amargas e dias em que mesmo fazendo tudo sugerido na programação, nada ajudava a melhorar os acontecimentos nem meus sentimentos em relação a eles.
Percorria minha lista. Primeiro me alimentar. Tirar um cochilo. Orar e meditar. Me exercitar e expurgar a raiva e o ódio. Fazer cartas. Escrever inventários. Distrair meu pensamento com algo divertido. Fazia tudo isso; mas a serenidade não voltava.
Então era hora de procurar alguém da minha confiança para compartilhar. Se não havia ninguém em quem confiar, ia a tantas reuniões quanto podia. E compartilhava até aonde era possível.
Quando estou na companhia de pessoas ajustadas e sóbrias, eu desacelero da loucura e me acalmo. Então posso começar do zero e pôr minha mente em ordem. Uma faxina na casa sempre ajuda uma faxina na mente. Ao escolher coisas e objetos que posso pôr fora também me prontifico a perceber quais coisas me pertencem e de quais coisas devo me desligar porque não são minha responsabilidade.
Para mim, abandonar o papel de controlador é um desafio permanente. Porque sou muito eficiente e hoje bem sucedido, facilmente confundo o que posso mudar com aquilo que não posso mudar. Minha natureza é sempre mudar tudo o que considero que não está perfeito.
Então volto para a oração da serenidade e peço pela sabedoria para distinguir umas das outras.

Meditação para o dia
Abrimos e fechamos todas as reuniões com a oração da serenidade.
É nossa chave mestra.
Ela tem o poder de abrir e fechar todas as portas que precisarmos.

Narração – Christian Simon
Edição – Tuco Silva
Produção – Marta Lima

© Videobes 2016

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