Aceito minha natureza, porque ainda que limitada; ela serve a Deus | Mensagem diária 10/nov

Meu pai se omitia de responsabilidades morais familiares. Ele foi um ótimo provedor, tive uma vida material abastada, mas quando havia um conflito, ele preferia se embebedar e silenciar.
E todo dia havia um conflito.
Aprendi com ele a ter medo de expressar o que sentia ou o que pensava. Ele era um agradador-Mor. Era especialista em dizer o que as pessoas queriam ouvir, só pra evitar confronto.
E minha vida na infância era meu pai se omitindo e minha mãe esbravejando.
Hoje sou adulto e compreendi que sou responsável por minha escolhas. Não preciso dizer o que as pessoas querem ouvir só para evitar confronto. Também não preciso esbravejar para ser ouvido. Não preciso que aceitem minha opinião. Não preciso acatar a opinião de ninguém. O que preciso é expressar o que penso; e ignorar o que me faz mal; e me portar de acordo com minhas convicções. Perdi a necessidade de aprovação dos outros e perdi o medo de ser reprovado pelos outros.
Eliminei o medo irracional da minha vida.
Hoje sou capaz de sustentar minhas convicções e meus parâmetros de vida. Tomo minhas próprias decisões e me responsabilizo por suas conseqüências.
Aceito minha natureza, porque ainda que limitada; ela serve a Deus e seus propósitos. O que pode ser válido pra você, pode ser ruim pra mim. Sou eu quem decide o que é bom para mim.
Assim como o cavalo não pode ensinar velocidade à tartaruga, não posso aceitar de outros, o que não desejo manter em minha vida.

Meditação para o dia
Me alegro em viver minhas escolhas. Quero fazer a vontade de Deus como eu o compreendo, e peço a força para realizar Sua vontade.

Narração – Christian Simon
Edição – Tuco Silva
Produção – Marta Lima

© Videobes 2016

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