Distanciamento de relacionamentos destrutivos com familiares | Mensagem diária 10/mar

De geração em geração tem sido muito valorizado o relacionamento com os pais e irmãos. Laços de sangue, como são conhecidos, tem sido celebrados e colocados como primordiais em nossas vidas. Desde muito cedo reforçam em nosso sistema o precioso quarto mandamento da igreja católica que é: honrar pai e mãe.
E por isso ficamos tão divididos quando despertamos para o fato de que às vezes não podemos mais sustentar o envolvimento com nossos pais e irmãos. O preço seria nossa sobriedade.

Fizemos o possível para ajuda-los a entender nosso novo modo de vida. Mas eles continuavam inflexíveis e agarrados à maneira como se relacionavam conosco. Sentiam-se ameaçados e ofendidos com nossa transformação. Por vezes eles consideravam nossa mudança como um ataque pessoal e se defendiam nos perseguindo e insultando mais do que antes.
Fomos progredindo em nossos esforços pessoais e nos distanciando até um ponto em que se tornou insustentável, e com extrema dor, culpa medo; e vergonha, tivemos que romper a corrente porque do contrário destruiríamos todo o nosso sucesso.
Em minha experiência fui forçado a acabar com qualquer tipo de envolvimento. Foi muito penoso dizer adeus a meus relacionamentos destrutivos com seus acordos perversos; mas isso me conferiu a coragem e a força necessária para prosseguir em minha sobriedade.

As pessoas mais queridas de meu novo círculo de relacionamentos sadios sempre vão me cobrar revisões de minhas decisões. Sempre vão pedir que eu reconsidere e volte a me relacionar com minha gente “de sangue”. Mas estou determinado a pôr minha sobriedade em primeiro lugar e fazer qualquer sacrifício necessário para favorecer minha nova vida feliz.

Meditação para o dia:
Oro por sabedoria para tomar as decisões certas que asseguram a minha paz.

Narração – Christian Simon
Edição – Antônio Leal
Produção – Marta Lima

© Videobes 2017

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