Não me aceitava vivendo só com minha própria companhia | Mensagem diária 16/nov

Eu tinha uma confusão enorme com as coisas que sabia sobre amor. Ficava preso na teia do amor erótico, o amor romântico, as convenções sociais. Não havia uma linha entre o que eu queria da minha vida e o que os outros queriam que eu fizesse. Achava que solteiros e divorciados eram perdedores e achava que eu tinha que ter um desempenho sexual e uma atividade sexual acima da média pra me sentir bem. Achava que encontraria minha alma gêmea e só então eu seria feliz. E minha vida ia passando sem que eu atendesse o que realmente preciso para me sentir pleno.
Ter companhia de referência romântica era obrigatório. Não importava se casual, amante, ou cônjuge. Não me aceitava vivendo só com minha própria companhia.
Não demorou até que eu ficasse viciado em “ter” alguém. Mas necessitado e exigente como eu era, nenhum relacionamento durava. Se eu mesmo não sabia o que eu queria como alguém poderia me dar?
Foi necessário primeiramente estabelecer meu relacionamento comigo mesmo e com Deus, para que eu soubesse o que queria de um relacionamento com outra pessoa.
Hoje tudo está claro pra mim. Não importa as exigências da sociedade. O que importa são as minhas necessidades. E minha disposição de aceitar outro ser humano sem querer modificá-lo. E a coragem de encerrar relacionamentos abusivos. Não preciso mais do cônjuge troféu.
Hoje meu coração transborda de amor. Sim esse sentimento tão contraditório e indefinido e que a ciência não pode medir ou criar ou imputar. Esse sentimento não precisa mais ser catalogado ou reconhecido. Só preciso sentir e deixar fluir.

Meditação para o dia
Quanto mais cresce minha maturidade espiritual; mais amor, sou capaz de dar e receber.

Narração – Christian Simon
Edição – Tuco Silva
Produção – Marta Lima

© Videobes 2016

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