Tempo de ser livre – 1ª Tradição @ Meditações

Meu nome é Ludmila Olivieri. Sou atriz. Estarei um tempo com você apenas interpretando textos sobre as 12 Tradições. São experiências reais de pessoas que conseguiram um crescimento espiritual através dessas tradições.

Cada grupo de recuperação pelos 12 Passos tem uma literatura oficial. Os relatos que seguem são apenas experiências de entendimento pessoal. Não temos a pretensão de certo ou errado, apenas divulgamos histórias de pessoas que vivenciaram a prática dessas tradições, e com isso conseguiram um entendimento que ajudou na recuperação.

Embora estejam baseados nas literaturas oficiais, estes relatos são pessoais. São proveitos de como essas pessoas conseguiram enriquecer suas vidas pela prática dessas tradições. Esperamos que o conteúdo dessas histórias de companheiros anônimos possa guiar você a uma meditação que enriqueça sua recuperação e fortaleça sua sobriedade.

Depois de escrever os 12 Passos; Bill W sentiu a necessidade de deixar mais um legado de sobriedade. Ele escreveu as 12 tradições para que os grupos tivessem uma orientação de como conduzir seus assuntos pra que as futuras gerações pudessem receber a mensagem de sobriedade.

Não podemos afirmar que o autor das tradições pretendia mais do que harmonia em grupo para o nobre propósito de transmitir a mensagem. Mas algumas pessoas aproveitam essas orientações porque veem nelas verdades espirituais de convívio em harmonia com outros seres humanos; e com isso conseguiram resolver duros conflitos de convivência.

Considere essas histórias com a mente aberta, porque dizem nas reuniões que os 12 Passos são para VIVER em abundância; e as tradições para CONVIVER.

Existe uma fábula de um sábio que tentava transmitir mensagens espirituais contando que, certa vez; ele foi posto à prova por um cético que era muito inteligente e ardiloso. O cético desafiou o sábio a responder se o pássaro que ele tinha na mão estava vivo ou morto. E o ardiloso cético havia planejado desmoralizar o sábio; porque se o sábio respondesse que o pássaro estava vivo; ele o esmagaria; e caso o sábio dissesse que estava morto; o cético então, libertaria o pássaro a voar.

Qual fosse a resposta do sábio; estaria fadada ao descrédito. Depois de muito teatro e com vigorosa arrogância o cético perguntou: “Pela última vez, falso profeta; o pássaro está vivo ou morto?” E o sábio com paciência respondeu: A resposta meu amigo; está em suas mãos.

Meditação para o dia:
Conservarei minha mente aberta para o convívio em harmonia.

Direção – Christian Simon
Edição – Antônio Leal
Produção – Marta Lima

© Videobes 2017

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